Sabe, não sabia que eu ia sentir algo tão forte assim por você… na verdade, nem imaginava. Você virou, de um dia para o outro, a razão dos meus sorrisos pela manhã, a razão das minhas lágrimas.. por ler o que não devia. Virou tudo que um dia eu sonhei pra mim, pra ter comigo.. pra guardar pra mim, algo meu. Mesmo você não sabendo disso, sonho com você em segredo, me imagino ao seu lado, imagino tirando fotos com você.. brigando contigo sobre algo bobo e te abraçando. Te abraçando, por que o seu abraço deve ser o tipo de remédio que não se vende em farmácia, aquele tipo de remédio que cura as dores do coração.. aquele tipo de remédio que afasta a tristeza… até você ir lá e tomar mais uma dose. Quantas vezes eu já me imaginei sendo aquela pessoa que você abraça todo dia, aquela que você da atenção.. carinho, ah… como eu queria ser essa pessoa. Sinto falta de abraços que eu nunca ganhei, sinto falta de seus lábios, os mesmos que eu nunca senti. Por fim, sinto falta de você. Sinto falta de como você me deixa, em estado de felicidade, aquela felicidade que eu não sei explicar. Poderia dizer que eu odeio seu sorriso e tudo que vem de você, poderia dizer isso pra tentar me convencer que não sinto nada por você, que não penso em você e que eu não quero você ao meu lado… mas sinceramente, estaria mentindo. Então só te peço, se ficar triste.. pensa em mim, que de algum lugar… eu estarei pensando em você também.

(via devaneiosdeumalesbica)

Eu me declarei pra você milhares de vezes, da minha maneira… Só você que não viu.

Vinícius Kretek

(via once1)

Só toma cuidado. Eu também sei esquecer, também sei ignorar e também consigo machucar.

(via confusa-realidade)

(via confusa-realidade)

Confesso que me dá uma saudade irracional de você. E tenho vontade de voltar atrás, de ligar, de te dizer mil coisas, e cair em suas mãos, sem me importar com nada, simplesmente entregar-te meu coração. Mas não, renuncio, me controlo e digo para mim mesmo que não é assim, que não pode ser, que você se foi, e não volta.

Caio Fernando Abreu 

(via imprest4vel)

— Você ama a minha filha?
— Amo muito, senhor.
— Ah, que bom. Porque é disso que você terá que se lembrar nos dias ruins.

(via c-hoices)

(via naquelatarde)

Não tem coisa mais dolorosa que ignorar uma pessoa pra ver se ela corre atrás de você, e ela simplesmente não se importar.

Você sempre me culpava por qualquer merda que acontecia, e qualquer briga já era um motivo de me acusar de nunca ter te amado. Eu até era culpado quando você deixava o celular cair da sua mão, era culpado por você chegar atrasada na aula, por você ter esquecido de estudar pra aquela prova que você precisava de nota. Para você eu até era culpado pelo aquecimento global. Até um “oi” diferente já mudava nosso foco, e já era mais um motivo pra você achar que eu nunca te amei. E a gente sempre tinha aquelas brigas dignas de adolescente estúpidos que mal sabem lidar com uma situação, tudo era motivo para se afastar. Mas a gente sempre acabava no mesmo lugar, arrependidos, com o coração na mão, e com o medo de se perder um do outro na frente de tudo. E a gente sempre voltava. Essa coisa de adeus nunca funcionava, a gente sempre ficava uma ou duas horas sem se falar, e logo depois um voltava atrás. Mas você sempre ameaçava ir embora, às vezes ia, mas eu ia bater na tua porta, você sabia que seria eu, e mesmo que tivesse tentado ir, nunca se recusava de me deixar entrar. E a gente sempre acabava sentados no sofá rindo de mais uma tentativa nula de tentar se desgrudar. Você sempre me provocava ciúmes com aquele seu amigo que eu odiava, eu mandava você ir lá ficar com ele, e as vezes você até me obedecia, e depois voltava falando duas ou três palavras e pronto, já me tinha nas mãos de novo. Talvez esse fosse o problema, você me ganhava fácil demais. E eu te tinha difícil, era difícil te manter por perto. E eu sempre lutava. E você sempre me afastava. Mas a gente sempre voltava.